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Uma quadrilha acusada de cometer vários assaltos em Poços em 2018 foi condenada pela Justiça com penas que variam de 10 a 28 anos de prisão. A publicação da decisão aconteceu na semana passada, mas a condenação aconteceu no fim de 2019.

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Após a análise de provas e dos argumentos apresentados pela defesa, o juiz José Henrique Mallmann considerou a quadrilha culpada, condenando Olair Cristiano Guerreiro, vulgo “Irmão Zicão”, a 28 anos, Flávio Gonçalves Campos, o “Irmão Enjoado”, a 28 anos, Alerrandro Candido Felipe, vulgo “DD”, a 19 anos e 3 meses,  Marcos Eduardo Raimundo a 17 anos e 10 meses, Nathan Israel Silva de Paula a 13 anos e 6 meses, Rafaela de Souza, vulgo “Irmã Suria”, a 26 anos e 7 meses, Roberta Aparecida de Sousa Ribeiro a  26 anos e 7 meses, Marina Aparecida Oliveira Germano a 10 anos e 11 meses e Eliara Rodrigues Pereira a 10 anos e 3 meses, todos em regime fechado.

O primeiro crime atribuído à quadrilha ocorreu em 25 de junho de 2018, quando o grupo roubou R$ 2 mil, um celular e chaves de veículos de um arquiteto. O bando estava armado e fez a vítima e uma empregada doméstica de reféns. Os criminosos só não roubaram mais coisas porque a Polícia Militar chegou, conseguiu identificar um dos criminosos, Marcos Eduardo Raimundo, e o encontrou na casa de sua namorada, Eliara, prendendo os dois.

A partir dessa prisão a Polícia Militar somou esforços à Polícia Civil e desencadeou no dia 27 de junho de 2018 uma operação de combate aos crimes de roubo que vinham acontecendo e que tinham a participação do bando. A operação terminou com a prisão de Alerrandro, Nathan e Marina.

Com as prisões foram atribuídos à quadrilha outros roubos que estavam em investigação, quatro deles no dia 25 de junho de 2018. O roubo a uma farmácia no Jardim Kennedy I quando foram subtraídos R$ 500, a um supermercado no Jardim São Bento, de onde foram levados um celular e R$ 400, outro no Jardim Kennedy II em um estabelecimento comercial com a subtração de R$ 500 e por fim contra uma loja de utilidades, de onde foram levados aproximadamente R$ 600.

O processo pontua ainda que Olair, já conhecido dos meios policiais por crimes contra o patrimônio, era o mentor dos crimes e alugava as armas para que os fossem cometidos, mesmo estando preso. Flávio também estava preso e auxiliava nos planos de execução dos crimes.

Rafaela de Souza e Roberta Aparecida de Souza, integrantes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), eram consideradas pessoas de confiança de Olair e Flávio, razão pela qual tinham a incumbência de manter o contato direto com os executores do crime e guardar as armas de fogo utilizadas no roubo. A execução ficava sob a responsabilidade de Alerrandro, Marcos e Nathan. Já Marina atuou emprestando a motocicleta utilizada pelos réus Nathan e Alerrandro, beneficiando-se do produto do crime. Eliara, companheira de Marcos Eduardo, tinha ciência da execução dos crimes e auxiliava o marido, fornecendo esconderijo e ocultando as armas de fogo utilizadas no roubo.

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