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Márcia Gisele foi um dos destaques da equipe de Poços (foto: divulgação)

Com domínio dos quenianos, aconteceu no último domingo (19) a 22ª Meia Maratona do Rio de Janeiro. O evento, que teve o impressionante número de 18 mil inscritos, aconteceu na orla da Cidade Maravilhosa, uma das vistas mais belas do mundo, com  largada na praia de São Conrado e chegada no Aterro do Flamengo.

Como não poderia deixar de ser, Poços de Caldas foi representada nesse grande evento esportivo. Um grupo de amigos corredores, intitulados “Pé de Pano”, marcaram presença e fizeram bonito. Valeska dos Reis Figueiredo, Carolina Cagnani Brasileiro, Rodolfo Rodrigo Silveira Santos, Lucas Rafael dos Santos e Márcia Gisele de Jesus e Gustavo de Paula Ribeiro deram a pitada sulfurosa a essa grande festa.

Destaque para Márcia Gisele, uma das grandes atletas que o pedestrianismo de Poços tem hoje, que fez uma ótima prova, terminando na 26ª colocação geral e 7ª colocação na sua categoria, com o tempo de 1h e 36min.

“A prova foi ótima, em um percurso muito bonito, passando pelas principais praias do Rio de Janeiro. Corri bem. Larguei um pouco lenta por conta da multidão,  depois consegui sair do fluxo e manter um ritmo legal . No final da prova foi um pouco mais desgastante, mas deu tudo certo e fiz um tempo bom, graças a Deus. A gente sempre espera correr melhor, mas, como eu passei a semana sem treinar, achei que consegui um ritmo legal. Não atingi meta do ano passado, quando fiz em 1h34, mas não fiquei muito atrás”, comemora Márcia.

O bombeiro militar Rodolfo Rodrigo Silveira fez um bom tempo na Meia do Rio (foto: divulgação)

Quem também foi muito bem foi o bombeiro militar Rodolfo Rodrigo Silveira. Para ele, participar de uma meia maratona como essa tem um sabor especial. “Foi minha primeira experiência em uma prova deste porte. Estar na cidade do Rio de Janeiro, que apesar de enfrentar problemas sociais e de segurança pública, é uma cidade linda, participando da uma Meia Maratona Internacional, não tenho palavras pra descrever tais emoções.  Desde o início do ano, meu objetivo era participar de provas diferentes e, graças aos meus amigos de corrida, surgiu a oportunidade de participar da 22ª Meia Maratona Internacional do Rio 2018”, destaca Rodolfo, que se dividiu entre fazer um bom tempo e apreciar as belas paisagens da orla carioca.

“Meu objetivo era realizar um determinado tempo e ao mesmo tempo não poderia deixar de observar as belezas que o percurso possuía.  Os 21.095 metros de prova foi de calor intenso, sol forte, muitas belezas naturais e de uma energia indescritível, que foi completado com o tempo líquido de 01h31min, dentro do previsto no meu objetivo. Pessoalmente, foi um resultado muito expressivo, uma vez que, residindo e treinando em uma cidade de altitude, correr ao nível do mar, enfrentando a diferença das condições do ar e de umidade, exigiu um esforço considerável.  Então, deixo aqui meus agradecimentos a Deus, que nunca pare de me abençoar, aos meus amigos que estiveram juntos para tal experiência e aos familiares, que mesmo longe torceram por mim”, completa Rodolfo.

A dupla Valeska Figueiredo e Carol Cagnani, dando show de alegria na Meia do Rio (foto: divulgação)

A dupla Valeska Figueiredo e Carol Cagnani correram juntas durante todo o percurso. Para elas, muito mais que superar os próprios limites, uma prova como essa deve trazer muita diversão.  

“Participar dessa meia maratona era muito importante para mim. Já que, em tudo na minha vida, eu traço metas. No ano passado, em 2017, quando eu comecei a correr, coloquei como meta uma meia maratona e defini que seria essa do Rio de Janeiro. A princípio era um sonho só meu, mas, com o tempo, conhecendo as pessoas, da equipe Nafar e do grupos de amigos Pé de Pano, fui conseguindo parceiros para fazer parte desse sonho junto comigo”, conta Valeska, que afirma que participar de uma prova como essa é um sentimento indescritível.

“Eu tenho um problema de saúde, uma doença autoimune que já me impediu várias vezes de treinar e participar de provas. Então, essa prova, além de ser uma meta que eu consegui realizar, tem um gostinho de superação bem grande, pois consegui treinar certinho e terminar bem. Teve seus momentos dificuldades sim, mas contei muito com a parceria da minha amiga Carol Cagnani, que foi ao meu lado os 21km. Corremos, nos divertimos e saímos de lá realizadas. Quero agradecer ao meu treinador Fernando Nascimento, que sempre me apoia, incentiva e orienta da melhor maneira para que eu não lesione, meus amigos que estavam lá comigo e foram fundamentais, além dos amigos que ficaram aqui torcendo e meus familiares”, finaliza Valeska.  

     

 

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