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Nas semi-finais, Gustavinho derrotou favorito (foto: Arquivo Pessoal).

Um mês após voltar para casa com a 26ª medalha de ouro depois de vencer a categoria Faixa Preta Adulto Absoluto no campeonato Gracie Pro, realizado no Rio de Janeiro em 22 e 23 de julho, o atleta Gustavinho Saraiva recebeu um convite especial: a chance de participar da principal luta do evento em 2018.

A conquista aconteceu, principalmente pelo fato do poços-caldense ter derrotado na semi-final, um dos favoritos, o atleta de UFC Antonio Braga Neto, o que o classificou para as finais. “Com isso, a atenção se voltou para mim. O Ralph Gracie, que é uma lenda do Jiu-Jitsu me elogiou muito. Quando cheguei no domingo para fazer a final todos já estavam na expectativa da minha luta. Fui muito bem na final e eles me mandaram uma mensagem agradecendo por eu ter participado do evento. Passadas algumas semanas, decidiram me convidar para a super luta, que é a luta principal do Gracie Pro”, conta.

Aos 36 anos, Gustavinho relata ainda sobre a oportunidade de poder competir em grandes eventos. “Para mim é uma grande satisfação poder fazer a luta principal de um evento desses. Sem dúvida alguma, é muito gratificante. De certa forma, já tenho uma idade avançada para lutar no Adulto, e conseguir lutar bem com atletas mais novos é muito legal”, pontua.

Alemanha

Depois de conquistar a primeira colocação em uma das categorias do Naga Grappling Tournament, na Alemanha (foto: Arquivo Pessoal).

Ainda em outubro deste ano, Gustavinho deve embarcar novamente para a Alemanha, onde participa do Germany National, em busca de uma vaga no World Pro de Abu Dhabi e no Campeonato Alemão de Submission (Jiu-Jitsu sem kimono). Além disso, o atleta também deve ministrar aulas e seminários no país.

Para custear os gastos com a viagem, Gustavinho criou uma Vakinha Online e também deve vender camisetas e realizar seminários. Há mais de 20 anos lutando Jiu-Jitsu, ele comenta sobre a falta de apoio do poder público. “Essa é a única coisa que me deixa chateado, não ser reconhecido como um atleta importante para a cidade. Tenho sete títulos mundiais e ainda tenho que tentar provar para eles que, me ajudando, estarão divulgando a cidade”.

A ajuda que não parte da secretaria de Esportes, no entanto, é sempre dada por amigos, patrocinadores e familiares, que apoiam o atleta nas competições dentro e fora da cidade. “É muito legal ver o que meus alunos, família e patrocinadores fazem para me ajudar. É gratificante o reconhecimento que recebo por parte deles. Estou indo trabalhar para divulgar meu Jiu-Jitsu e, com isso, tentar um futuro melhor para minha família”, finaliza.

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