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Marcelo Régis fez 12 gols em 14 partidas pelo Uberlândia em 2015

Precoce entre os jogadores profissionais, o atacante Marcelo Régis, estreou aos 17 anos. Hoje, com 33, chega à Caldense com o peso de ser o responsável por balançar as redes adversárias. Jogador com experiência internacional, ele sabe do peso que vai carregar, principalmente após o bom ano do clube. Em entrevista ao Poços Já Esporte, ele se diz preparado para dar alegrias à torcida. Com gols, claro.

PJE. Como foi seu início no futebol profissional?
MR. O meu início foi rápido. Eu com 17 anos já me profissionalizei. No time da minha cidade tinha tradição no Paraná, o Francisco Beltrão Futebol Clube. Naquele ano que me profissionalizei estava na segunda divisão e eu estava no grupo e acabei sendo vice artilheiro da competição. E já logo depois do campeonato acabei sendo vendido no Figueirense. Fiquei dois anos no Figueirense e não parei mais.

PJE. Qual foi o seu pior e seu melhor momento até agora?
MR. O meu pior momento profissionalmente falando foi no Fortaleza, uns três anos atrás. Se criou uma expectativa muito grande em cima de mim, mas eu por vários problemas pessoais acabei não correspondendo, acabei passando por um momento bem difícil lá. Um dos melhores momentos que eu vivi foi no Figueirense por estar jogando uma Série A. Na Áustria também marcou muito a minha vida. E esse ano. Esse ano tem sido muito bom. Estava no Uberlândia, clube que estava na Segunda Divisão, clube em que eu já tinha jogado, depositaram uma confiança muito grande em mim e acabei ajudando muito. Em 14 jogos fiz 12 gols.

Lateral
Atacante tem passagens por Alemanha e Áustria

PJE. Como é seu estilo de jogo? Parecido com quem?
MR. Eu jogo mais de bico a bico de área. Eu gosto bastante de brigar com os zagueiros, vir buscar a bola no meio. Eu acredito que seja um estilo mais sul americano mesmo né, de jogador que batalha, que dá duro. E se bobearem ali empurrar a bola pra dentro de vez em quando (risos).

PJE. Como foi sua vinda pra Caldense?
MR. Desde de quando acabou meu campeonato com o Uberlândia a diretoria já tinha entrado em contato pra eu vir pra Série D, só que o Uberlândia acabou não liberando e a gente acabou tendo um desconforto com essa situação. Não deu pra Série D e eles ligaram agora no final do ano e eu acabei conversando certinho com Uberlândia. Eles acabaram aceitando e eu me transferi pra cá.

PJE. 2015 foi um ano bom pra Caldense. 2016 vem aí e a torcida vai cobrar. Como encara isso?
MR. Tem que encarar com responsabilidade grande. Querendo ou não a gente vem pra um time que foi vice campeão, vai ter um peso enorme por já ter quase sido campeão nesse ano, então a gente tem que se portar como tal então.

PJE. Atacante é sempre cobrado. Às vezes o mais cobrado dentro do time. Como encara essa cobrança de ter que balançar as redes?
MR. Até minha mulher em casa cobra demais, família, isso é uma coisa natural nossa. Lógico que a gente tem que estar foca né, sempre concentrado, porque às vezes é uma bola durante o jogo que você acaba tendo, às vezes nenhuma e você tem que criar. Tenho certeza que com a ajuda dos meus companheiros e o apoio da comissão técnica e da diretoria que me recebeu de brações abertos eu vou conseguir fazer um bom trabalho aqui e dar muitas alegrias ao torcedor.

3x4Perfil
Marcelo Régis de Souza
Natural de Francisco Beltrão-PR
08/10/1982, 33 anos
Atacante, Destro, 1,85m, 82kg
Clubes:
Francisco Beltrão-PR, Figueirense-SC, Atlético-PR, Ferroviária-SP, Francisco Beltrão-PR, Galo Maringá-PR, Santo André-SP, FC Oberneuland (Alemanha), Atlético Aichinger-SC, FC Lustenau (Áustria), Mogi Mirim-SP, Brasil de Pelotas-RS, Uberlândia-MG, Resende-RJ, Metropolitano-SC, Fortaleza-CE, XV Piracicaba-SP, Volta Redonda-RJ, Cobofriense-RJ, Uberlândia-MG e Caldense.

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