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O músico Mununu apresenta o show ‘África que habita em mim é a mesma de onde você veio!’, nesta sexta-feira (17), às 20h, no Teatro Nicionelly Carvalho da Cia Bella de Artes, em Poços de Caldas.

Foto: Lukas Malaquias

Acompanhado pelos músicos Eduardo Sueitt (bateria), Jorge Viviani (violão), Ivan Trevisan (contrabaixo) e Lukas Malaquias (percuteria), Mununu apresenta seu trabalho autoral e traz ainda composições de grandes nomes da música brasileira, como Paulo Cesar Pinheiro, Sergio Santos e Mario Gil, entre outros, em repertório especialmente selecionado para este show.

Os ritmos e tradições dos negros africanos e sua influência na cultura brasileira são o fio condutor deste show, que traz letras pautadas na luta e na sabedoria do povo negro, com melodias que passeiam pelo afoxé, maracatu, jongo revestidos de sofisticada roupagem jazzística, com forte presença de elementos da música mineira.

Este será o primeiro show presencial de Mununu desde o início da pandemia e marca a estreia desta nova fase da sua carreira. O músico comenta: “Poder cantar as alegrias e dores do meu povo, o povo negro, é sempre emocionante. Minha carreira sempre teve como fonte de inspiração a cultura afro-brasileira, e poder mostrar meu trabalho e algumas dessas importantes referências musicais para o público da minha cidade, neste primeiro show presencial, sem dúvida, é um momento único.”

A entrada é gratuita, sujeita à lotação do espaço. Os interessados precisam retirar os ingressos antecipadamente no site Sympla, clicando aqui. Será obrigatória a comprovação da imunização contra a covid-19.

Com produção executiva de Chiara Carvalho, Carvalho Agência Cultural, a proposta foi viabilizada pelo edital de fomento cultural ‘Economia Criativa 2021’ promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Poços de Caldas.

Sobre Mununu  

Antônio Rafael Andrade adotou o nome artístico ‘Munúnu’, um neologismo paterno, uma maneira carinhosa que seu pai o chamava na infância. Mununu é cantor, compositor e intérprete sul-mineiro, de Poços de Caldas. Com timbre marcante, tem chamado bastante atenção do público, produtores e outros artistas com suas recentes produções.

Durante 19 anos esteve à frente da banda de música brasileira Jack Jow, um dos grandes nomes da cena independente da cidade, onde teve oportunidade de compor e gravar suas primeiras canções autorais. Também acompanhou o grupo de samba raiz ‘Bagaço da Laranja’ e o grupo de choro e gafieira ‘Cumari’ durante o ano de 2016.

Assumiu a produção, gravação e criação dos arranjos de violão do disco ‘Camará’, de Nego Moura e Os Catioros, que será lançado em breve. Neste ano foi um dos finalistas do Prêmio de Música de Minas Gerais com sua música autoral ‘Galanga’, selecionada entre as 12 melhores canções do festival.

Está em fase de produção do seu primeiro EP, que tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2022.  Para conhecer mais sobre o trabalho do artista, siga as redes sociais @mununuoficial.

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