“Seremos mais humanos, talvez, ou apenas números frios postos à mesa?”. A reflexão proposta pela performance “Efêmera Esperança”, da atriz e poetisa poços-caldense Danielle Vilas Boas, é um do trabalhos publicados pelo Festival UP!, que seleciona nacionalmente produções nas categorias de música, dança, teatro, humor e literatura.

O texto, escrito por ela durante a quarentena, no início de maio, demonstra as reverberações de vários tópicos que passam pela mente de muitos nesse período, sempre na tentativa de entender o presente e projetar o amanhã.

“Estava sentindo um conflito entre o futuro que eu sinto verdadeiramente como esperança, como a possibilidade de um novo tempo para a humanidade, e a realidade que temos hoje, com tantas injustiças, desigualdades e o momento bastante complicado que a gente vive. De onde vem esse futuro, se o agora está tão obscuro?”, comentou a artista.

O vídeo mostra a junção das palavras com o trabalho de atriz, com o objetivo de potencializar as sensações vividas durante a pandemia, mas tudo de maneira simples, natural e tocante. “É dessa forma que eu escrevo, nesse lugar de naturalidade, do que para mim faz sentido”, finaliza.

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