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Os vereadores Tiago Braz (Rede) e Lucas Arruda (Rede) são autores da moção de apelo endereçada ao Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER/SP), solicitando providências quanto à prevenção de acidentes em trecho das rodovias SP 215 e SP 342, no trevo do bairro Marco Divisório. A proposição foi aprovada por unanimidade, na reunião ordinária da Câmara de terça-feira (9).

A Vila Brasil de Nossa Senhora Aparecida, o Marco Divisório, está localizada na divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo. Os vereadores enfatizam que a SP 215 é muito utilizada por veículos pesados e, no trevo com a SP 342, tem ocorrido acidentes frequentes.

Vereadores e prefeita buscam melhorias para o local
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“Os acidentes, muitas vezes, ocorrem devido à perda de freio dos veículos, colocando em risco a vida dos moradores e dos que por ali trafegam. Medidas devem ser tomadas com urgência com o objetivo de trazer mais segurança para condutores e pedestres que passam pelo trecho localizado na divisa dos dois estados”, afirmam no documento.

Recentemente, Tiago Braz e Lucas Arruda estiveram no bairro acompanhados da prefeita de Águas da Prata, Regina Janizelo, a fim de conferir a reivindicação da comunidade. Além da moção de apelo da Câmara de Poços, a Prefeitura de Águas da Prata também encaminhou ofícios ao DER/SP solicitando melhorias.

“O bairro está na divisa dos dois estados, sendo que parte dele pertence a Poços e outra parte a Águas da Prata. Dessa forma, unimos forças para solicitar ao Departamento de Estradas de São Paulo alguma intervenção no local, porque os acidentes são constantes. Veículos leves, pesados, inclusive o transporte público passa por aquele trecho e causam preocupação esses acidentes. Entendemos que alguma medida urgente precisa ser tomada, trazendo mais segurança para os moradores e pedestres que transitam naquela região”, afirma Tiago Braz.

Lucas Arruda lembra que fato semelhante ocorria na rodovia AMG 1545, localizada em outro ponto da cidade, que também faz divisa com o estado de São Paulo. “São obras caras e difíceis, mas existem possibilidades, como é o caso da descida de Campestrinho. Depois de muitos acidentes, eles fizeram uma obra que não impede os acidentes, mas eles não têm tido vítimas fatais e têm sido de menores proporções. São situações que precisam de um olhar diferenciado para salvar vidas. Nós recebemos pedido de vários munícipes que moram no Marco Divisório, justamente porque eles transitam naquele trecho diariamente. Mesmo sabendo que a responsabilidade é do governo do estado de São Paulo, nós não podemos deixar de preocupar com essa situação e unir forças com a Prefeitura de Águas da Prata para pedir intervenções”, declarou.

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