Gripe A voltou a ser discutida na Câmara
Gripe A voltou a ser discutida na Câmara

Os casos de suspeita de gripe H1N1 em Poços de Caldas foram discutidos mais uma vez na sessão ordinária da Câmara Municipal. Na tarde desta terça-feira, 04, a vereradora Regina Cioffi (PPS) fez um pedido de informações sobre o kit necessário para o diagnóstico da doença.

O exame swab de orofaringe, que diagnostica definitivamente a gripe A, não é realizado em Poços devido à falta do kit para sua execução. A vereadora sugere ao município que peça esses kits à Superintendência Regional de Saúde de Pouso Alegre. “Para que tenhamos estatísticas baseadas em evidências, não em hipóteses. Como não tem o diagnóstico definitivo, fica essa situação. Pode ter sido, pode não ter sido. Temos que parar com isso.”

A vacinação também entrou em pauta. Regina Cioffi acredita que toda a população deveria ser imunizada, já que há grandes possibilidades de casos em Poços de Caldas. “O município também poderia pedir ao Ministério da Saúde a disponibilização da vacina para toda a população. É um direito de todos de se defenderem quando existe a suspeita de presença do vírus.”

Recentemente, a manicure Rosângela Maria Fabiano Moreira, morreu com sintomas da gripe A. Também há a suspeita no neto dela, de apenas três anos, que está internado na cidade paulista de Vargem Grande do Sul. “A informação que eu tenho é que a manicure ficou cinco dias internada e não foi feito o swab. Estou querendo organizar, deixar a população tranquila”, disse a vereadora.

Semana passada, o assunto também foi discutido na sessão da Câmara Municipal. O vereador Antônio Carlos Pereira (DEM) pediu informações sobre os casos de H1N1 na cidade.

Redução da jornada de trabalho

 O vereador Marcos Tadeu Sala Sansão (PSDB) também abordou uma questão que envolve a secretaria de saúde. Ele fez um pedido de informações a respeito da redução da jornada de trabalho ocorrida em 2010. De acordo com o vereador, 14 servidoras do setor de saúde procuraram a Câmara para pedir equiparação salarial. Elas prestaram concurso para trabalhar seis horas, enquanto havia a possibilidade de trabalhar oito horas por dia.

Com a redução, os servidores passaram a trabalhar seis horas diárias. Mas não houve equiparação salarial. Quem recebia mais, por trabalhar oito horas, continuou com o mesmo salário. “Fiz esse pedido para ver como o executivo vai tratar o caso dessas funcionárias. Já tive notícia de que seria visto caso a caso. O que elas pedem é equiparação salarial porque todas fazem o mesmo tipo de serviço”, explica Marcos Tadeu.

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