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Clima na largada era o melhor possível (foto: divulgação Sem Silvestre)

 

O dia 31 de dezembro, último dia de 2018, foi de muita festa para os cerca de 400 corredores que participaram da 6ª edição da Sem Silvestre. A prova, que nasceu pequena, uma ideia de amigos que não puderam ir na tradicional São Silvestre, foi mais uma vez um sucesso, caiu no gosto dos poços-caldenses e entrou de vez para o calendário.

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Nesta edição, um número recorde de pessoas se encontrou no início da ciclovia da João Pinheiro, em frente a Fepasa, já no clima de réveillon, mas com mente e corpo querendo  um último desafio, uma última chance de se superar, agradecer todas as bênçãos do ano anterior e entrar com o pé direito em 2019.

Sem distâncias pré-definidas ou premiação para os primeiros colocados, o clima de confraternização tomou conta. Cada um fez a prova do jeito que se sentiu mais confortável. Tiveram aqueles que completaram os 16km, indo e voltando da Fepasa até a Praia do Sol,  em ritmo forte, como por exemplo nossos atletas de ponta: Fernando Sandy, Lucas dos Santos, Marcia Gisele, Elisângela Apolinário, entre outros.

Dois dos atletas de alto nível que participaram da prova: Fernando Sandy e Lucas dos Santos (foto: divulgação Sem Silvestre)

Também tiveram aqueles que correram um pouco menos, em um ritmo mais lento, mas que abrilhantaram a festa da mesma forma. Como é o caso de Maria Bernadete Adolfo, que na Sem Silvestre ganhou sua 40ª medalha. Mãe do campeão mundial de jiu-jitsu Gustavinho Saraiva, Bernadete terminou o ano de forma perfeita, comemorando mais um título do filho e fazendo o que mais gosta, que é correr.     

“Faz dois anos que eu corro e nessa Sem Silvestre eu conquistei minha 40ª medalha. 2018 foi um ano muito bom para mim, meu filho acabou de ganhar um campeonato na Califórnia  e eu aqui correndo e ganhando medalha, fazendo a coisa que eu mais amo que é a corrida de rua. Se o Gustavinho está no auge da forma física dele, eu também estou na minha”, brinca Bernadete.

Com o número 77 na camiseta, Maria Bernadete completou sua 40ª prova (foto: divulgação Sem Silvestre)

A maior prova que a Sem Silvestre está se tornando uma prova tradicional é que até entre aqueles que iam todos os anos para São Paulo, participar da São Silvestre, teve quem desistiu da tradicional prova para ficar em Poços e correr entre amigos. Foi isso que aconteceu com Seo Vitor Camilo, um dos corredores mais experiente e querido da cidade que, após passar seguidos anos sem perder uma São Silvestre, prestigiou a versão poços-caldense da prova.

“Eu já corri 25 São Silvestres, esse ano eu não fui, estou me recuperando de um probleminha de saúde e aproveitei para poder correr entre amigos aqui na Sem Silvestre. Foi muito gratificante. Foi uma surpresa muito agradável chegar na prova e ver os corredores de Poços todos ali. Fiquei muito feliz”, destacou Seo Vitor.

Após 25 São Silvestres, Seo Vitor participou pela primeira vez da Sem Silvestre (foto: Rafael Santos/ Poços Já)

Quem também era só sorriso foi a organizadora da prova, Evanildes Serafini, que dessa vez se esforçou para tirar um pouco o ar de brincadeira e deixar um pouco mais parecido com uma corrida, principalmente no que diz respeito a segurança dos atletas, com cones em todo o percurso.

“A 6ª Sem Silvestre foi um sucesso. Foram cerca de 400 participantes e arrecadamos mais de 500kg de alimentos. Foi surpreendente o grande número de corredores que fizeram os 16km. O apoio dos voluntários e da Secretaria Municipal de Esportes foi fundamental para a segurança do evento. Agradeço os patrocinadores que, de forma incondicional, contribuíram para a arrecadação de quantia em dinheiro e uma excelente quantidade de alimentos, que serão repassado para a AADV- Associação de Assistência ao Deficiente Visual”, conta Nice, como é conhecida.

A organizadora da prova, Evanildes Serafini, com o secretário de Esportes, Wellington Guimarães, o Paulista (foto: divulgação Sem Silvestre)

Repórter Fitness

Repórter Fitness foi bem na prova (foto: divulgação Sem Silvestre)

Para mim a Sem Silvestre foi uma grata surpresa. Após ter feito provas em um nível abaixo do que eu estava esperando, como Corrida da Unimed, o cross country dos Jogos Solidários e a Corrida Rústica, também dos Jogos Solidários, na Sem Silvestre fui muito bem. Consegui imprimir um ritmo forte desde o começo, fiz bem a subida da Mansur Frayha, fiz em um bom ritmo enquanto aproveitava as belezas da represa Bortolan e, na volta, novamente na João Pinheiro, consegui apertar o passo no final e fazer um tempo muito bom, ficando até na frente de corredores que respeito muito, como alguns amigos da Nafar e do Pé de Pano. No final, 16,5Km em 1h25min, como mostra o aplicativo Strava.

Talvez o fato de não ter vencedores fez com que eu me soltasse mais, não tendo a pressão de uma corrida. Fiz meu ritmo, que foi forte por ser fruto de um trabalho de mais de um ano de uma equipe multidisciplinar, com os treinamentos do professor Fernando Nascimento, as orientações da nutricionista Josiane Cardillo, a alimentação de qualidade de L’Itália Gourmet, o acompanhamento do Studio Pilates Carvalho Oliveira, os exames de última geração do Laboratório da Dra. Tânia e  a parceria de sempre, no visual e no psicológico, da minha amiga Luciana Marinoni através da Aviya Assessoria & Eventos.

O bom resultado só me da ânimo para treinar ainda mais, ser mais focado, para que nesse ano de 2019 eu consiga alcançar cada dia maiores desafios. O próximo será a Volta ao Cristo, prova de 16km mais difícil do Brasil, no qual estreei nas corridas no ano passadoVamos juntos em mais esse desafio!

Confira mais fotos do evento: 

 

       

 

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