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Professor Fernando, Valeska e Rafael Santos ao chegarem no cume da Serra de São Domingos (foto: Fernando Nascimento)

Meus treinos para a 36ª Volta ao Cristo, prova de 16 km mais difícil do Brasil, que acontece no dia 28 de janeiro, em Poços de Caldas, seguem a todo o vapor. Após sofrer muito no primeiro treino de subida, peguei forte na preparação durante a semana, com treinos matinais de corrida, musculação na academia Nafar e alimentação correta. O resultado foi muito menos dores e melhor desempenho durante o treinamento.

Uma semana depois do primeiro treino de subida, fizemos o segundo treino. O percurso foi o mesmo. Saímos da academia Nafar, que fica no final do trajeto da avenida João Pinheiro, deixando para trás os primeiros quilômetros da Volta, seguimos em direção à rua Assis Figueiredo, por onde fomos até o início da estrada da Serra de São Domingos, local mais complicado da prova, com quase 2 km de subida e cujo cume fica a 1686 metros de altitude, no pé da estátua do Cristo Redentor.

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Dessa vez, além do professor Fernando Nascimento, contei com a companhia da empresária Valeska dos Reis Figueiredo, da autoescola Unitran, parceira do projeto, que também aceitou o desafio de participar da Volta ao Cristo. O treino também teve a presença de vários outros atletas da equipe Nafar.

Após um trote de cerca de 2 km, começamos a subida. Importante para aqueles que vão participar da prova é saber que a subida não começa na estrada da Serra de São Domingos e sim na rua Assis Figueiredo, por isso é fundamental dosar o ritmo nesse local, para chegar no início da Serra inteiro.

Foi isso que fizemos e, ao contrário do primeiro treino, quando logo no início da Serra, em um pedaço complicado com 25 graus de inclinação, tive que parar com muitas dores, dessa vez meu corpo aguentou mais. Senti um pouco a lombar, mas nada que me fizesse parar. Segui subindo, enquanto o professor Fernando parou para fazer alongamento com a Valeska, que fazia seu primeiro treino e teve dificuldades muito parecidas com as minhas.  Segui a subida em um ritmo bom. Lembrando que, seguindo as orientações do professor Fernando, em apenas alguns lugares menos íngremes se pode correr, a maior parte da subida é feita andando, já que isso faz com que você force menos o corpo, sem perder muito em velocidade.

Cheguei ao alto da montanha cansado, mas relativamente bem, e fiquei feliz em ver a Valeska conseguir fazer a subida. Ela sofreu por ser seu primeiro treino, mas conseguiu superar os desafios.

A empresária Valeska dos Reis Figueiredo também aceitou o desafio de participar de sua primeira Volta ao Cristo

Descida

Nos primeiros 3 km de descida, saindo da estátua do Cristo, passando a rampa de vôo livre e seguindo em direção à Vila Rica, a estrada é de terra e a vista é deslumbrante. Para quem souber dosar o ritmo até ali, imagino que seja um ótimo momento para aproveitar a prova, mas também de atenção. Confira no vídeo as dicas do professor Fernando:

Após completar mais um treino, fica a alegria de ter cumprido as metas de treinamento durante a semana. Valeu a pena cuidar da dieta mesmo em uma época mais complicada do ano, onde as festas trazem muitas oportunidade de deslize. No meu caso, que gosto muito de cerveja e estou há quase um mês sem bebida alcoólica, os resultados dos treinos fazem com que eu consiga manter o foco e não cometa nenhum deslize. Os desafios vão só aumentando e com eles a vontade de completá-los. Faltando um mês para a prova, a saga do Repórter Fitness na 36ª Volta ao Cristo começa a chegar em momentos decisivos. Conto com todos vocês nessa jornada. Continuem ligados!

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