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Membros da Charanga dos Artistas estão na capa da revista.
Membros da Charanga dos Artistas estão na capa da revista.

A revista Seleções Carnavalescas, distribuída gratuitamente desde 1952, está pronta para o Carnaval. Cinco mil exemplares da revista serão distribuídos nos hotéis e principais eventos da programação carnavalesca, até a terça-feira (4).

A 62ª edição conta com membros da Charanga dos Artistas na capa, além de uma série de reportagens especiais sobre o Carnaval local. Os eventos pré-carnavalescos abrem a revista, com a cobertura da eleição da Rainha e do Rei Momo, do Miss Gay, dos encontros de baterias e do Cortejo da Charanga, realizado no último domingo (23).

 O folião pode conferir ainda todas as atrações do Carnaval de rua e as informações sobre os desfiles dos blocos e escolas de samba.

Entre as reportagens especiais, destaque para Therezinha Gomes, que há 30 anos é jurada nos eventos do Carnaval, e para a profissionalização da escola de samba Saci-Pô, uma verdadeira indústria da Folia.

A história do Carnaval também é lembrada em reportagens e no artigo assinado pelo carnavalesco e ex-secretário de Turismo Marco Bola. O time de colunistas é formado ainda pelos jornalistas Cassinho da Rocha e Matheus Monteiro, que têm vasta experiência nas coberturas da Folia.

Débora Mori

A revista lembra ainda da cabeleireira Débora Mori, assassinada ano passado. Ela será homenageada em uma fantasia de destaque durante o desfile da Saci-Pô. “É uma fantasia luxuosa, cheia de pedraria, gigantesca. Tem uma aura em volta, exatamente como a Débora tinha. Ela conseguia fazer com que as pessoas se tornassem menos diferentes. Conseguiu nos unir de uma forma que fez um bem incrível para nossa escola”, disse o fundador da Saci-Pô, Marcus Togni.

62 anos

A revista Seleções Carnavalescas começou com Décio Alves de Morais e Alexandre Xandó, pioneiros no jornalismo local. A intenção inicial era oferecer ao turista uma lembrança do que era o Carnaval em Poços de Caldas.

Durante as seis décadas de serviços prestados à Folia, o periódico se tornou um registro da história do Carnaval. É possível observar nas páginas da revista, por exemplo, a transformação dos blocos em escolas de samba e a evolução das artes gráficas com a impressão a cores.

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