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A Polícia Civil já esclareceu boa parte do homicídio de Elissandro Basso, o “Limão”, em 7 de julho deste ano. Ronaldo Aparecido Bruno, de 36 anos, foi preso e confessou o crime, que teria cometido ao lado da companheira, Joelma Maria dos Santos Bruno, de 44 anos. A motivação do crime seria um programa sexual contratado pela vítima, que não teria dinheiro para pagar.

Elissandro foi morto em julho deste ano
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“O homicídio encontra-se esclarecido, o autor foi preso na última terça-feira (17) e confessou, em coautoria com a mulher, que estava foragida em Campinas. As informações foram trabalhadas até se chegar ao autor e agora estamos em busca de novas informações para complementar as provas, a fim de solidificar essa confissão, tais como a reprodução simulada dos fatos e a checagem de câmeras, mas nós temos o crime como esclarecido”, pontua o delegado regional Gustavo Manzolli.

A polícia concluiu que a vítima encontrou os autores próximos à prefeitura e combinou a realização de um programa sexual com Joelma. Em seguida os três seguiram até o terreno na Zona Oeste onde foi encontrado o corpo.

Ronaldo confessou o crime ao ser preso

“O autor preso alega ter se encontrado com a vítima por volta das 3h30 e depois caminharam até o terreno baldio onde ocorreria o programa sexual com a esposa dele. Aconteceu que a vítima não tinha dinheiro para pagar pelo programa e Joelma teria desferido o primeiro golpe contra a cabeça de Elissandro. Ronaldo se aproximou da vítima, viu que ele estava caído e se juntou às agressões, golpeando-o com pedras e um pedaço de pau”, explica o delegado. “Os autores ainda retiraram as calças da vítima para procurar pertences, dinheiro e aparelho celular. Por essa razão a vítima estava sem as calças no momento da localização do corpo”, acrescenta.

Joelma teria dado o primeiro golpe contra a vítima

Ronaldo disse ainda que, após revirar as calças e subtrair a jaqueta, o casal deixou o local, mas Elissandro ainda estava vivo. Foi no dia seguinte, por volta da hora do almoço, que ele soube da morte, quando viu a presença da funerária e de uma viatura da Polícia Militar no terreno.

O casal então fugiu para a cidade de Campinas. Joelma se abrigou em um centro de apoio a moradores de rua. Ronaldo também teria ido, mas acabou retornando para Poços após um desentendimento com a esposa e estava vivendo em situação de rua desde então.

O depoimento de Ronaldo é bastante convincente, segundo o delegado ele apresentou elementos que apenas a perícia técnica tinha levantado e não havia como ele obter essas informações, confirmando que ele seria o autor do crime.

A polícia também já se preparava para deslocar para Campinas em busca de Joelma, por um mandado de prisão temporária, quando recebeu a informação de que ela morreu quatro dias atrás em um hotel, com suspeita de overdose. O fato foi confirmado por um boletim de ocorrência encaminhado pela polícia daquela comarca sobre os fatos. “Não descartamos ainda a participação de mais alguém. Vamos analisar as informações, inclusive esse depoimento, que foi o primeiro para elucidar os fatos”, esclarece o delegado.

Trabalharam no caso, além dos delegados, os investigadores Sinval, Nicole, Bárbara, Douglas e Paulo Silva, além do escrivão Aram.

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