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Quem utiliza a ciclovia ou o espaço para a caminhada da avenida João Pinheiro vem sofrendo com o abandono do local. O espaço destinado às atividades físicas oferece risco a cada centímetro percorrido. Os buracos são muitos e a iluminação deixa a desejar. O secretário de Defesa Social, responsável pela Mobilidade Urbana, garante que a questão tem recebido atenção, mas não tem prazos para a solução do problema.

Em vários lugares a falta de iluminação preocupa os usuários (foto: Juliano Borges)

A ciclovia tem início na  Estação Fepasa e segue até a rodoviária. O primeiro trecho,  que vai até as proximidades do Parque Municipal, está melhor cuidado, existe paisagismo na margem do ribeirão e o local recebeu pavimentação nova alguns anos atrás. Mas, a partir do Parque, a situação começa a se complicar. As raízes das árvores danificaram o chão e é possível perceber várias ondulações, além de alguns buracos. Essas imperfeições na via podem prejudicar o atleta, que pode cair ou se contundir.

Não bastasse os problemas no solo, o risco de ser assaltado aumenta em razão da pouca iluminação. Muitos postes estão apagados ou com as lâmpadas quebradas.

Imperfeições no solo podem trazer danos à saúde dos atletas (foto: Juliano Borges)
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A reportagem do Poços Já Cidade fez contato com o secretário de Defesa Social, Marcos Tadeu Sala Sansão, responsável pelas  questões de mobilidade urbana. Ele não finge desconhecer o problema e espera que a solução venha rápido.

“A execução dos reparos nessa área esportiva pública depende de uma intervenção da Secretaria de Obras. Nós já fizemos este contato e eles vão executar as obras possíveis no local, mas ainda não sabemos quando isso vai acontecer, uma vez que neste momento eles estão trabalhando em questões emergenciais, que são vias públicas em bairros, cuja situação é ainda mais grave do que na ciclovia”, relata. “Então estamos aguardando a finalização deste serviço para que o nosso pedido seja atendido, esperamos que isso aconteça em breve, mas não temos como falar em datas”, acrescenta.

Sobre a iluminação, o secretário explica que a responsabilidade é do DME, mas, também relata um problema de segurança pública. “Alguns dos postes apagados estão em perfeitas condições de funcionamento, mas são alvos frequentes de vandalismo e depredação. Acredito que boa parte da população já viu ou soube que algumas pessoas passam por estes postes e dão chutes e socos, que fazem com que as luzes se apaguem. Elas ficam sem funcionar naquela noite e retornam ao funcionamento normal no dia seguinte sem a necessidade de intervenção. Mas, há também casos onde as lâmpadas são quebradas e aí cabe ao departamento fazer este reparo”, explica Sansão.

Para tentar aumentar a segurança do local, o secretário orienta que os guardas municipais, durante seus turno de serviço, passem pelo local, mas, nem sempre é possível flagrar as ações ou encontrar os responsáveis.

 

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