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Fornos aparecem na fábrica da protagonista

A novela “A Dona do Pedaço” tem feito sucesso na Rede Globo. Quem acompanha a saga de Maria da Paz (Juliana Paes) sabe que a fábrica de bolos foi tirada da protagonista. Porém, poucos sabem que Poços de Caldas está representada neste estúdio. Fornos utilizados no cenário são reais e contêm tecnologia fabricada aqui na cidade, pela Embtech, empresa da área de placas eletrônicas com softwares embutidos.

A Embtech atende grandes companhias como a Prática, do ramo de fornos profissionais, cujos equipamentos estão na novela e também aparecem no programa “Que Seja Doce” (GNT), em edições anteriores do Master Chef (Band) e do Hell’s Kitchen (SBT). Isso quer dizer que toda a tecnologia presente nos fornos é programada aqui em Poços. Por exemplo: o controle de temperatura, as telas onde aparecem as funções, o armazenamento de receitas na memória da máquina, autolimpeza e a injeção de vapor.

Daqui de Poços, mais especificamente do bairro Jardim Country Club, saem placas de alta tecnologia para clientes de diversas áreas e de todo o país. A Embtech ainda atende outros clientes da área de food service e é especialista em equipamentos para cozinhas 4.0, ou seja, espaços inteligentes e que aumentam a produtividade, seja por meio de Iot (Internet of Things – Internet das Coisas) ou de outras tecnologias inovadoras.

Reality ‘Que Seja Doce’ também tem fornos com placas da Embtech

Vale destacar que a Embtech foi criada aqui em Poços de Caldas, por poços-caldenses, e emprega mão-de-obra local, seja na fábrica ou no setor de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Toda a tecnologia é desenvolvida e fabricada aqui.

Para os diretores Vanessa Miguel e Renato Miguel, fica a sensação de trabalho bem feito, com objetivos cumpridos constantemente. “Nascemos aqui e nunca moramos em São Paulo, ficamos orgulhosos em poder fazer algo com tanta tecnologia, saindo de Poços e sem nunca ter tido nenhum apoio. Começamos do nada, do zero. A nossa missão como empresa é ajudar outras empresas brasileiras a serem competitivas tecnologicamente. Queremos ver as empresas brasileiras tendo tecnologia, e não trazendo tecnologia pronta, de fora”, resume Vanessa.