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A síndrome do olho seco é mais comum do que parece, segundo o médico oftalmologista Carlos Aterje. O problema surge devido a diversos fatores, como reumatismo, utilização de remédios antidepressivos ou anti-hipertensivos, além do ressecamento causado pelo frio e por ar condicionado.

Os sintomas são bem incômodos: sensação de areia nos olhos, coceira, ardor e vermelhidão, entre outros. “A lágrima, formada por água, muco e gordura, é importantíssima para enxergar bem. O ressecamento do olho pode provocar até ceratite, que é uma inflamação da córnea, além de feridas e úlceras”, comenta o médico.

Dr. Carlos Aterje explica causas e tratamento da síndrome do olho seco (foto: Juliano Borges/Poços Já)
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Tratamento

Caso a origem do problema seja algum tipo de reumatismo, o tratamento é específico para esta doença. Em outras situações, de acordo com a gravidade, são indicados colírios lubrificantes ou imunomoduladores, que aumentam a produção de lágrima. “A glândula lacrimal pode parar de funcionar devido à ação de anticorpos e há colírios que combatem justamente estes anticorpos”, explica Aterje.

Há ainda a opção de fechar o canal lacrimal, para que as lágrimas não escoem e permaneçam por mais tempo lubrificando os olhos. Ainda vale lembrar que a automedicação é sempre perigosa. “Ao menor sinal de alteração ou desconforto, é importante procurar um oftalmologista para que o diagnóstico seja preciso. É importante não se automedicar”, finaliza Aterje.

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