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O monotrilho acaba de ganhar um estudo de viabilidade de uma empresa alemã, a Proresus. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira (3), no gabinete do prefeito Sérgio Azevedo. Os custos do projeto serão bancados pelo governo alemão. Para garantir a confiabilidade dos trabalhos, uma empresa especializada em mobilidade, a TÜV Rheiland, foi contratada.

A parceria começou quando a prefeitura assumiu a estrutura do monotrilho e o caso foi divulgado pela imprensa. A Proresus estava em busca de um projeto e viu na notícia uma oportunidade de investimento.

“Fomos procurados pela empresa, que demonstrou um grande interesse de desenvolver um projeto voltado para o monotrilho, com possibilidade de expansão. Este interesse se torna oficial agora, com a assinatura do termo”, esclarece o prefeito. “Para realizar o estudo a empresa contratou uma das maiores e melhores empresas de monotrilho do mundo, que vai desenvolver a viabilidade do que já existe, como também uma ampliação, como forma de mobilidade urbana, integrando o transporte público, com um projeto futurista”, acrescenta.

Sérgio explica que ao assumir o monotrilho a prefeitura possibilitou essa parceria (foto: Juliano Borges)

A partir deste estudo, que deve ser concluído ainda este ano, a cidade vai saber se é ou não possível ter o monotrilho funcionando. Inicialmente as empresas demonstram esperança e parecem confiantes.

Phellipe Barcellos, representante da Proresus, participou da coletiva e explica que a empresa estava buscando um projeto para investir. Ao saber do caso de Poços, percebeu que o que parecia um problema para o município para ele soou como uma oportunidade.

“Temos uma solução, vemos muito potencial. Já conhecemos a cidade e seu potencial, então acreditamos que vamos encontrar uma viabilidade para o monotrilho e por isso estamos investindo neste projeto”, pontua. “Quando vimos a história, a filosofia da cidade, que se mostra à frente do seu tempo, com teleférico e a ideia de um monotrilho quando ainda não se tinha tecnologia, mostraram que estávamos no lugar certo”, acrescenta.

Mais do que apenas dizer se é viável ou não, Phellipe garante que o objetivo é implementar o projeto. “Nossa filosofia é identificar oportunidades, criar ideias e fornecer soluções. Não estamos aqui só para propor soluções, quero entregar o estudo e dizer que estamos aqui para fazer acontecer”, explica.

Empresa alemã já fala em executar o projeto para a volta do monotrilho

Ainda existem algumas questões a serem definidas, mas a maioria delas passa por licitações. O valor investido no estudo não foi informado.

Segurança

Enquanto o estudo de viabilidade começa a sair do papel, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) também trabalha junto às estruturas para garantir a segurança.

O instituto foi contratado pela prefeitura e avalia se a estrutura ainda tem condições de ser reaproveitada. “Toda a estrutura e o entorno estão sendo avaliados. Temos ao nosso lado as empresas mais renomadas para que a questão possa finalmente caminhar para um desfecho”, explica o prefeito. “O nosso sonho é que o monotrilho possa voltar a funcionar e somar na mobilidade urbana e no turismo”, finaliza.

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