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O prefeito Sérgio Azevedo (PSDB) vai decretar estado de calamidade financeira ainda nesta semana. O anúncio aconteceu durante a solenidade simbólica de devolução de R$ 9,65 milhões da Câmara dos Vereadores à prefeitura, nesta quarta-feira (26).

Até o fim de dezembro já estava decretada situação de emergência, o que representou cortes de horas extras e suspensão de contratações de pessoal. Segundo o prefeito, a partir de agora serão renegociados contratos e cargos de confiança serão reavaliados, entre outras medidas.

O principal motivo é a falta de um posicionamento do governador eleito, Romeu Zema (Novo), sobre a dívida estadual com o município, que já passa de R$ 90 milhões.

“Realmente Poços de Caldas não aguenta mais, nenhuma cidade aguenta mais. É uma situação realmente insustentável, são recursos muito significativos que estão sendo retidos e não tem cidade que suporte isso”, argumentou o prefeito.

O valor repassado pela Câmara, fruto do corte de gastos promovido pela atual mesa diretora, presidida por Antônio Carlos Pereira (DEM), vai ser usado para pagar o 13° salário dos servidores municipais.

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