domingo , 19 novembro 2017
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Poder e sexo na Suíça, sob a luz do luar

*Léo Bougeard


Hoje acordei com ares e sentimentos eróticos  e, ao acessar o Face – que abro todas as manhãs, para sentir o estado de espírito dos meus amigos – ,vejo uma postagem do Rogério Carrilo com  um vídeo da senadora Gleisi Hoffmann num pronunciamento em alguma comissão no Congresso Nacional. Confesso que mergulhei, mais ainda, nas ideias malévolas das coisas mundanas e fiquei imaginando aquela figura bem feminina no Gstaad Hotel, nos Alpes Suíços, que por oito dias lá se hospedou com seu amante Alexandre Romano. Deve ter voltado extenuada e exausta, mesmo estando de férias na Suíça…

Alexandre foi preso na 18ª fase da Lava Jato, batizada de “Pixuleco II”, e já devolveu  6 milhões de dólares, tendo que vender dois apartamentos que possuía em Miami para esse ressarcimento em função da delação premiada. Quero deixar claro que tudo isso aqui comentado está devidamente exposto pra quem quiser, na internet. Não estou fazendo ilações ou lançando inverdades. Apenas me prevenindo para não ser processado, mais tarde, por calúnia ou difamação.

Deixando a Lava-Jato à parte, o que eu quero é imaginar aquela respeitável figura da nossa política brasileira em seus devaneios sexuais no luxuoso hotel em Gstaad. O amante, num de seus depoimentos aos promotores,  narrou as agruras realizadas e os dotes animalescos desenvolvidos pelos dois, com arranhões nas costas, momentos lascivos e toda a impetuosidade curtida nos dias de orgias festivas à custa do nosso dinheiro.

Certamente o apartamento era provido de uma boa calefação com vista privilegiada para os Alpes, coberto de uma grossa camada de neve e  o café da manhã servido no próprio apartamento, para evitar um tempo perdido nos salões do hotel e, também, para não serem reconhecidos. Os brasileiros endinheirados também costumam passar temporadas por lá.  O desenrolar das ações desenvolvidas pelo casal  seria objeto de uma longa avaliação filosófica e potencializada ao extremo pelo meu amigo Fontela, entremeando alguns goles de conhaque com cerveja, num agradável papo  em algum bar no alto da Assis.

Ao ver os apartes raivosos da senadora , nas Comissões ou no Plenário do Senado, fica difícil entender que a exposição de suas aptidões sexuais na imprensa parece não ter abalado as estruturas palacianas, como se normal fosse ou pudesse transparecer um fato corriqueiro em Brasília.

Fico imaginando o denso material que um repórter investigativo, percorrendo os bastidores da política na capital, teria como fonte de inspiração para a publicação de um belo livro, fadado a ser best-seller em todas as livrarias. No meu canto estou tentando parir um livro – Anita, Ela entre Eles – que certamente será objeto de questionamentos – não tenho a menor dúvida – mas que  parece mais um livro de conto de fadas se comparado à vida mundana na nossa capital dessa combalida República.

Os meus devaneios eróticos com tão importante personalidade política  começam a se dissipar lembrando que, no meio de toda essa inominável orgia, ainda sobrava tempo para uma visita aos bancos suíços a fim de conferir os polpudos valores depositados.

A grande verdade é que os corruptores – quase todos, pois falta ainda muito a ser investigado – estão presos e alguns condenados. Já os  corrompidos ainda esperam uma solução e quem sabe… desfrutando, nos Alpes Suíços, uma solução menos traumática.

E, por falar nisso, onde anda o maridão e também envolvido na Lava-Jato?  Escafedeu-se ou… deixa prá lá! Isso é um problema deles, não é mesmo?

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