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Prefeito falou sobre investimentos ao lado de vereadores, secretários e representantes da Santa Casa e do Santa Lúcia.

O prefeito Sérgio Azevedo anunciou, durante uma coletiva de imprensa realizada em seu gabinete na manhã desta sexta-feira (06), investimentos superiores a R$25 milhões que serão feitos nos setores de urgência e emergência dos hospitais da Santa Casa e Santa Lúcia durante os próximos quatro anos. “É uma satisfação enorme agora, com apenas cinco dias de mandato, a gente ter oportunidade de anunciar uma verba neste montante”, declarou.

Ao lado do secretário de saúde, Carlos Mosconi, de alguns vereadores da Câmara Municipal e  de representantes dos dois hospitais, Sérgio informou também que em fevereiro irá até Brasília para conversar com o senador Antônio Anastasia sobre outras questões relacionadas à saúde no município. “Já fiz uma solicitação com ele há dois meses para que ele nos ajudasse, principalmente nas cirurgias represadas”.

O secretário de saúde aproveitou para explicar que os investimentos anunciados já haviam sido requeridos ao Ministério da Saúde em 2007 e devem chegar à cidade ainda em janeiro. “Esse é um programa que já existe há bastante tempo no Ministério da Saúde, mas que não era executado no Sul de Minas. Poços de Caldas estava incluída com o hospital da Santa Casa e, em contato com o ministério no final do ano, nós verificamos que os valores foram definidos em R$4,4 milhões por ano, durante quatro anos, a serem pagos em parcelas mensais. O Santa Lúcia não estava incluído, eu fiz a observação que o hospital é referencia em coração, atende urgência e emergência. Não só na cidade, mas de toda região. O Ministério atendeu a minha ponderação, me deu uma resposta, dizendo que o Santa Lúcia tinha sido incluído, então o valor de R$1,9 milhão também será pago anualmente, em parcelas mensais”, explica.

O atual vice-provedor da Santa Casa, Marco de Carvalho Dias, falou sobre a importância da verba para o hospital. “Esse dinheiro vem para dar tranquilidade ao serviço de urgência e emergência. O governo passado contribuiu com R$200 mil mensais que iam acabar agora e estávamos todos apavorados porque urgência é urgência, não tem como prevenir”, ressalta. Ele ainda fala sobre como será feito o uso do dinheiro. “Vai ser usado justamente no custeio da urgência e emergência, junto com uma verba de R$200 mil reais que já está contratualizada com a prefeitura. Os serviços de urgência e emergência custam, aproximadamente R$800 mil por mês porque tem médicos presenciais e todas as despesas de material médico-hospitalar”.

Já o representante do hospital Santa Lúcia, doutor Assad Aun Neto, falou sobre a importância da prefeitura trabalhar na integração de dois grandes hospitais, como o Santa Lúcia e a Santa Casa. ” A prefeitura trabalhando numa integração entre os hospitais que trabalham no SUS, tem uma finalidade muito importante, porque vai fazer da cidade um órgão completo no atendimento à saúde. Nunca houve essa preocupação, nesses últimos 20 anos, quer dizer, o que nós temos agora é uma possibilidade que eu estou enxergando de que a prefeitura vai ajudar na integração, o que representa os hospitais trabalharem em parceria”, finaliza.

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